quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Vaidade


VAIDADE

 “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento”.  1 Co 3.6-7

Certas palavras e colocações, em determinado nível de entendimento, parecem desnecessárias. Mas, o que seria este nível de entendimento? Maturidade? Experiências com Deus? Discernimento?

Fica fácil, em nossos dias, entender a motivação do Apostolo Paulo ao mencionar a passagem de 1 Co 3.

Fica fácil entender Eclesiastes; “Vaidade de vaidades, diz Salomão, vaidade de vaidades, tudo é vaidade”. Ec 1.2

A Sabedoria humana sem valor!

E excesso do conhecimento enfado da carne!

Porém cada vez mais o ser humano excede em tudo! Não há equilíbrio e conscientização da sua insuficiência. Se somos algo ou alguma coisa, somos por Deus em nós!

O Povo de Corinto era promiscuo. “Viver como um coríntio” significava adotar uma vida de imoralidade sexual e embriaguez. E o Apostolo Paulo, em um ano e meio, permaneceu, neste lugar, difundindo a Palavra de Deus, sem trazer para si qualquer mérito diante de homens, quando da conversão de milhares deles.

Penso que todo escritor seja critico o suficiente para duvidar da eficiência e suficiência da mensagem deixada em seus escritos. Paulo escreveu três cartas ao povo de Corinto, duas delas fazem parte do Novo testamento, porem a terceira não foi preservada.

Minha mente se move questionadora no seu conteúdo. O que haveria lá em sua terceira epistola? O que Deus teria para nos dizer através dela? Mas, se foi perdida, o Senhor tinha pleno conhecimento!

Será que havia um pouco do homem Paulo e menos do Apostolo? Não! Com certeza, não!

Ele já não sabia ser homem!

Quando alcançaremos este estágio? Quando entenderemos que é Deus em nós que nos faz notórios e conscientes da nossa pequenez?

Quando entenderemos que o nosso querer será ou não respeitado à medida que o querer de Deus for priorizado. E isso já não terá a menor importância. Porque viver pra Cristo é o melhor viver que se pode querer!

Oh Deus! Perdoe-nos na nossa soberba, na nossa autossuficiência, na nossa arrogância, na nossa vaidade!

Livra-nos de nós mesmos!

Santo Deus, que façamos só o rascunho da história que o Senhor tem em seu coração para deixar sobre cada um de nós.

E se for em versos e prosas que seja o Senhor o grande autor!

Eis aqui minhas mãos, toma meu coração para que escrevendo eu, não sejam só palavras, mas inspiração do teu infinito amor.

Graça e Paz

MM