sexta-feira, 17 de setembro de 2010

UM EVANGELHO DE CONVENIÊNCIAS...

A cada dia eu percebo o quanto fica difícil sobreviver a este mundo.
Se nos limitarmos a uma visão humana, pereceremos sem dúvida com algum tipo de mazela
espiritual, moral, física ou algo assim. Mas se trouxermos a memória o que nos dá esperança, lembraremos que além de tudo que este mundo "pseudo atrativo", pode nos proporcionar, existe um universo Espiritual esquecido por muitos, que nos dá a certeza, na fé, do invisível,
do inesperado, do prometido, por um Deus que não é homem para que minta, nem filho do
homem para que se arrependa, e que será plenamente alcançado por aqueles que conseguem ver que a vida se dá antes do nascimento e não termina com a morte, nascemos e morremos, mas a vida é dádiva de Deus. E apesar de muitos não ignorarem o que se dará com a volta de Jesus, este mundo iníquo parece ter um efeito hipnótico sobre o ser humano de
modo geral. O compromisso dito com Deus é com homens, frágil, desaparece com facilidade
ante aos prazeres preponderantes da carne. Os valores cristãos, na etimologia da palavra, deixam de existir a baixo custo e dá lugar a um evangelho de conveniências. Pessoas que se dizem seguidoras de Cristo ignoram Sua Palavra para satisfazer suas concupiscências.
A iniquidade já está inserida em suas vidas. Ritualizam um Deus que só pede obediência e
amor. Buscam títulos para alcançar notoriedade e patrimônio em nome de um Cristo que não tinha nem onde reclinar sua cabeça, mesmo sendo Dono do mundo... Ganância! Isso não acaba aqui!!!
Maridos que enganam suas esposas, esposas que adulteram esquecendo que enganados não são os que não sabem, mas aqueles que sabem mas preferem não pensar nos seus próprios enganos.
Os púlpitos estam cheios de pregadores da palavra, desonestos consigo mesmo, já que de
Deus é impossível esconder o que quer que seja, tentam convencer a outros aquilo que não vivem, nem acreditam, porque se assim fosse temeriam as conseqüências, pessoas que mentem, enganam, acham que tudo se resume a este mundo, quando nele só estamos para cumprir os propósitos de Deus.
É cômodo pensar... Hoje eu peco, amanhã oro pedindo perdão, depois esqueço que tenho um espinho na carne, não busco obedecer, nem santificar e torno a pecar...
Onde está o arrependimento?
Onde está o reconhecimento do engano do erro?

"CHOREM OS SACERDOTES, MINISTROS DO SENHOR, ENTRE O PÓRTICO E O ALTAR, E OREM: POUPE O TEU POVO, Ó SENHOR E NÃO ENTREGUES A TUA HERANÇA AO OPRÓPRIO, PARA QUE AS NAÇÕES FAÇAM ESCÁRNIO DELE.
POR QUE HÃO DE DIZER ENTRE OS POVOS:  ONDE ESTÁ O SEU DEUS?"
                                                                                                                              Joel 2. 17