quinta-feira, 7 de maio de 2015

O Falso vaso


O falso vaso

No vazio do vaso, o oco eco que

Sem conteúdo não reverbera!

No vazio do vaso oco os adornos

Torna-o aparentemente pronto, mas que a ninguém engane!

No vazio do vaso oco o conteúdo rompe por

Sua pouca resistência em conter a água viva modificando o

Proposito para o qual foi formado, de transformar-se em fonte a jorrar para a vida eterna.

No vazio do vaso oco a fragilidade é definida

Pelas muitas funções a que se propõe sem antes ter sido finalizado, restaurado e a

Nenhuma delas concluir satisfatoriamente e assim negando a honra do Seu Criador.

No vazio do vaso oco a atrativa beleza e singeleza visível,

Mascara sua estrutura aerada, inapropriada e condenada.

No vazio do vaso, oco, construído com poucos elementos sólidos

E de frágil resistência, descontrói uma verdade absoluta e permite no meio

Cristão um evangelho de ficção, já que poucos são os vasos dispostos a refletir a verdade do seu autor e construtor.

E a maioria seguem instruções humanas de humanas razões.

Todo vaso que queira ser de honra tem que passar pela mão do Oleiro

E não há nada mais difícil e gratificante que ter Suas mãos edificantes

Construindo passo a posso as formas, a espessura e força, dada a cada um conforme a sua finalidade.

Pular etapas e fazer humanamente, significa dispensar na conclusão do trabalho a assinatura do autor da obra.  O Mestre!

E vaso sem assinatura é oco, quebra fácil! 
 
MM
Maio/15